quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Países que mais emitem gases de efeito estufa, os vilões do aquecimento global. Brasil aparece em sexto lugar



1 - CHINA

No topo da lista, a China registrou só no ano passado um aumento de 10,4% de suas emissões de CO2-equivalente (CO2e), medida que combina dióxido de carbono (CO2) com outros gases que absorvem e apreendem a radiação, como metano e óxido nitroso, ajudando a esquentar o planeta. 

Em 2010, o gigante emergente produziu 9.441 megatoneladas de CO2-equivalente (CO2e). Segundo levantamento da firma de risco britânica Maplecroft, a maior parte das emissões do país vem da crescente demanda de energia, intensamente dependente dos combustíveis fósseis, especialmente carvão. Embora o uso de energia renovável no país esteja aumentando, ele ainda é ofuscado pela produção e consumo de energia suja.

2 - ESTADOS UNIDOS


Entre os países desenvolvidos, os EUA são os que mais poluem. Em 2010, foram emitidos 6.538 megatoneladas de CO2e. Segundo o levantamento, os EUA são os recorditas em taxas de emissões de CO2 per capita. 

Apesar disso, o assunto não preocupa muito a população. Um estudo recente mostrou que o ceticismo sobre aquecimento global é forte por lá - apenas 53% dos americanos consideram o fenômeno uma ameaça séria. O país também está no bloco de nações resistentes a um acordo global legalmente vinculante para cortar as emissões de CO2, assim como a China. 

3 - ÍNDIA 


Segundo país mais populoso do mundo e o segundo mais poluidor entre os BRICs, a India fica em terceiro lugar no ranking de emissões globais de gases efeito estufa, produzindo 2.272 megatoneladas de CO2 equivalente. 
O país consome grandes quantidades de combustíveis fósseis baratos, como carvão, que contribuem fortemente para as altas emissões. Além disso, a India produz outros vilões do aquecimento global, como o gás metano (CH4), oriundo da pecuária. 

4 - RÚSSIA

Em quarto lugar, aparece a Rússia, com 1.963 megatoneladas de CO2 equivalente. Segundo o relatório, apesar das emissões russas terem declinado nos anos 1990, após o colapso da União Soviética que gerou uma baixa no crescimento industrial, o país ainda se mantém como um produtor significativo de gases efeito estufa. Entre, os BRICS, ele é o terceiro maior emissor.
 

5 - JAPÃO

No ranking da Maplecroft, o Japão aparece na quinta posição, com emissões globais de 1.203 megatoneladas de CO2 equivalente. Segundo o estudo, apesar do país empreender esforços para reduzir suas emissões de gases efeito estufa, há temores de que preocupações com a segurança energética, principalmente após o acidente nuclear de Fukushima, possa fazer com que o país recorra, no curto prazo, a fontes de combustíveis fósseis, levando a um aumento das emissões de carbono do país. 

6 - BRASIL 

Entre os BRICS, o Brasil é o que apresenta menores emissões, mas no mundo, somos o sexto país que mais jorra na atmosfera gases de efeito estufa, com 1.144 megatoneladas de CO2 equivalente. A maior parte disso tem origem na agropecuária e agricultura, que geram grandes quantidades de metano e óxido nitroso. 

A conta não considera as emissões do desmatamento. O relatório destaca ainda que o Brasil está buscando reduzir seu impacto e que em recente "gesto político", concordou em reduzir suas emissões de GEE entre 38% e 42% para 2020 com base nos níveis atuais. 

7 - ALEMANHA

Em sétimo lugar aparece a Alemanha, principal emissor de GEE na União Europeia e sua maior economia. O estudo destaca que o país vive um crescimento que impulsiona a industria da construção civil, atividade que acaba elevando a pegada de carbono. 

A maior parte do CO2 vem da produção de energia e da queima de combustíveis fósseis. O documento destaca, no entanto, que a Alemnha conseguiu uma queda de 22% nas emissões de GEE entre 1990 e 2008, no cumprimento dos objetivos do Protocolo de Kioto. 

8 - CANADÁ 

Em oitava posição, o Canadá é outro que está aquecendo o planeta. O país viu suas emissões de GEE aumentarem de forma acentuada durante o período de 1990-2005, segundo um estudo da "Statistics Canada". 

Apesar de representar apenas 0,5% da população mundial, o Canadá produz cerca de 2% das emissões globais. Na reunião da COP17, o país ameaçou sair do Protocolo de Quioto, que segundo seu ministro do meio ambiente, teria se tornado uma "coisa do passado". 

9 - MÉXICO

Em nono lugar, surge o México, o segundo maior emissor de gases efeitos estufa na América Latina, depois do Brasil. Segundo o relatório, apesar das dificuldade do país em controlar e monitorar suas emissões, ele tem assumido uma atitude proativa para combater o aquecimento global. O México ratificou o Protocolo de Kioto, com a promessa de reduzir em 30% suas emissões em 2020, com base nos valores atuais, e também apoia a criação de um fundo climático. 

10 - IRÃ

No Oriente Médio, o Irã é o país com as maiores emissões de GEE. Sem surpresas, a forte dependência de combustíveis fósseis e a grande produção de petróleo e gás são os vilões ambientais da região, mas também formam a base de sua economia. O preço a se pagar é alto. Segundo o estudo, o país está entre os mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas, sendo alvo de secas e enchentes constantes.

Fontes: Revista Exame  e DW notícias

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Filme Nacional - Barão de Mauá o Imperador

Um filme sobre a trajetória do Barão de Mauá, com muitas informações interessantes sobre o Segundo Reinado.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Este é um daqueles documentários que mesmo após acabarmos de assistir, segue em nossos pensamentos por muito tempo.

Em "Blue Eyes" a socióloga e professora estadunidense Jane Elliott dirige-se por algumas horas a um grupo de "olhos azuis" da maneira como cotidianamente as pessoas tidas como "de cor"  são tratadas nos Estados Unidos.

Muitos brasileiros defendem a ideia de que somos um povo "livre de preconceitos" e aberto às diversidades.  Contudo, será que não existe muita sujeira sendo jogada para debaixo do tapete?? Pense novamente.

Reserve menos de duas horas e assista a esse incrível experimento que nos ensina mais sobre cultura e liberdade do que séculos de repetição alienante com a qual estamos acostumados. 


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Entendendo o conceito de Constituição

Todo cidadão precisa saber o que é uma Constituição! A nossa, em vigor desde 1988 foi promulgada, ou seja, aprovada por votação.
De acordo com a professora Luciana Russo, Constituição "é a lei fundamental e suprema de um Estado, contendo normas e princípios relativos a estruturação do Estado, a forma do Estado, à forma e sistema do Governo, ao modo de aquisição e exercício do poder, aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana."

Como a Constituição é suprema, ou seja, está acima de todas as leis, toda e qualquer norma  deverá estar de acordo com o conteúdo constitucional.

Para ter acesso a nossa Constituição visite o site do Planalto:
Constituição da República Federativa do Brasil

Fontes: RUSSO, Luciana, Direito Constitucional. Ed. Saraiva, 2009
http://www2.planalto.gov.br/



quarta-feira, 30 de maio de 2012

O que é Neoliberalismo?

Entre os anos de 1980 e 1990, o conjunto de teorias e práticas denominado neoliberalismo influenciou a política de diversos países. Defendendo o fim das barreiras comerciais, a livre concorrência e um modelo  enxuto de administração pública chamado de Estado mínimo, as ideias neoliberais buscavam garantir o pleno funcionamento dos mercados e a livre atuação da iniciativa privada.
Os governos neoliberais adotaram uma política voltada para a ampliação dos espaços de atuação dos empresários, a privatização de empresas estatais e diminuição dos gastos públicos, cortando, sobretudo, verbas destinadas a setores sociais como saúde, previdência e educação. Tais medidas acabaram agravando os problemas sociais, inclusive nos países mais pobres. Como não há preocupação com a distribuição de renda, o neoliberalismo concentram ainda mais a riqueza nas mãos de poucos.

Fonte: SANTIAGO, Pedro. Por dentro da História. SP: Ed. Escala Educacional, 2011.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Aplausos!

Uma comunicação não-verbal, onde bate-se uma palma na outra pode significar para um artista muito mais do que um simples gesto. Os aplausos após o término de um espetáculo simbolizam o gosto do público pelo que ali foi apresentado. Mas de onde vem esse costume?


Alguns macacos, que descendem dos primatas assim como os humanos, também batem palma. Para nós, homo sapiens sapiens, o costume já teve caráter religioso, onde acreditava-se que o gesto poderia afastar os maus espíritos. 

Na Grécia Antiga, o aplauso se popularizou nas apresentações teatrais inicialmente devido a crença de que as palmas invocariam os espíritos protetores das artes. Mais tarde, as palmas evidenciavam a aprovação da plateia diante dos artistas que estavam se apresentando.

Em Roma, o aplauso passou a fazer parte da política e uma claque (grupo contratado para aplaudir) poderia forjar ou incitar o "entusiasmo" dos ouvintes. O Imperador Nero, que ficou famoso por uma série de excentricidades, costumava levar sua claque quando discursava. Na França do século XVIII, contratava-se pessoas da plateia para aplaudir espetáculos.


Fontes:
Revista Aventuras na História, Fevereiro de 2012. 
Imagem disponível em: http://br.freepik.com/fotos

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